1. BNDES APOIARÁ A PREVENÇÃO AMBIENTAL

O BNDES vai aprovar em reunião de diretoria, a criação de uma linha de crédito exclusiva e sem limites para reserva legal. A medida deverá criar condições para que mais de 60% dos proprietários rurais regularizem a situação de suas terras, principalmente no bioma amazônico, onde a exigência da reserva legal é de 80% da propriedade na área de florestas e de 35% na região de cerrado. No resto do país, a exigência é de 20%.

Os recursos do BNDES serão destinados principalmente a financiar a aquisição do direito de uso da reserva legal em áreas de terceiros, operação chamada de “compensação”.

Fonte: Jornal Valor Econômico

2. SANTANDER APRESENTA LINHA DE FINANCIAMENTO PARA COMPRA DE PROJETOS DE CRÉDITO DE CARBONO.

O Santander anunciou a criação de uma linha de crédito voltada ao financiamento de projetos que originem créditos de carbono. No valor de 50 milhões de euros, a linha já está disponível e será utilizada na compra, pelo banco, de créditos de carbono gerados por empresas no Brasil, no Chile e no México.

A idéia do Santander é acumular esses créditos em volume suficiente para que sejam revendidos a companhias européias, especialmente do setor de geração de energia.

Fonte: Valor Econômico

3. USINA SÃO FERNANDO INICIA SAFRA COM FOCO NOS CRÉDITOS DE CARBONO

A usina São Fernando Açúcar e Álcool iniciou sua primeira safra em 15 de junho, com a previsão de moer cerca de 1,1 milhão de tonelada de cana para a produção de 30 MW de energia e 100 milhões de litros de etanol. O empreendimento dos grupos Bertin e São Marcos Energia custou aproximadamente R$ 338 milhões, com financiamento do BNDES.

A empresa solicitou à ONU sua habilitação para comercializar créditos de carbono. Os certificados são emitidos quando ocorre estufa e o sequestro de carbono pode ser negociado no mercado internacional.

Fonte: Jornal da Cana

4. SELO “VERDE” PARA PRODUTORES

O grupo de varejo Wal-Mart está para lançar um programa de etiquetas com classificação ambiental que pode redefinir a concepção e a fabricação de produtos vendidos ao redor do mundo. A maior varejista do mundo informará aos fornecedores que eles terão de calcular e informar todos os custos ambientais da fabricação de seus produtos.

A meta da empresa é criar o que chama de índice amplo de sustentabilidade, que medirá o impacto ambiental de cada produto vendido pelo Wal-Mart. Esse por sua vez, classificará os produtos não apenas em função dos custos de produção, mas também pelo impacto deles durante seus ciclos de vida.

Fonte: Valor Econômico

5. GERENCIAMENTO DE ÁGUA GERA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO

As empresas têm investido no melhor uso da água e gestão do seu esgoto, o que tem gerado economia de até 50% de custo e feito os negócios no setor crescerem e somarem alguns bilhões de reais. Duas empresas que atuam no setor há 10 anos e já tinham formado parcerias para alguns projetos uniram suas operações para criar a Victória, empresa que nasce com uma expectativa de faturamento de R$ 25 milhões.

Fonte: Valor Econômico

6. METAS CLIMÁTICAS E LIBERALIZAÇÃO DA ECONOMIA – G8

Líderes do G8 e G5 entraram em acordo e estabeleceram metas climáticas e o prazo para concluir as negociações sobre a liberalização do comércio mundial até 2010. O acordo consiste em reduzir a emissão de gases do efeito estufa em 80% até 2050, e nesta mesma data, limitar o aquecimento global em até 2ºC acima dos níveis pré-industriais.

Com relação à liberalização da economia, os líderes do G8 e G5 comprometeram-se a resistir ao protecionismo e a definir até 2010 as negociações da Rodada de Doha, cujo propósito é eliminar direitos aduaneiros e reduzir os subsídios agrícolas nos países riscos.

Fonte: Portal UOL

7. FUNDOS PODERÃO APLICAR EM CRÉDITOS DE CARBONO

Apesar do entendimento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de que os créditos de carbono não são valores mobiliários, os fundos de investimentos brasileiros poderão aplicar nesses ativos, desde que tenham autorização para operar no exterior, esclareceu a CVM.

Os fundos brasileiros poderão comprar, desde que isso esteja previsto no regulamento e que eles estejam autorizados comprar ativos no exterior. Os investidores que aplicam nesses fundos são superqualificados e não estão vulneráveis ao mercado.

Fonte: Portal O Globo

8. CERTIFICAÇÃO DO ÁLCOOL

Uma das lavouras mais mal faladas do Brasil é a da cana-de-açúcar, mas para contrapor isso, já existe um programa de certificação sócio-ambiental do álcool combustível. Para conseguir o certificado é preciso seguir um protocolo que prevê uma série de exigências elaboradas pelo órgão credenciado. Nessas exigências destacam-se:

• Construir um projeto de certificação sócio-ambiental do canavial;

• Usar corretamente os agrotóxicos;

• A documentação da fazenda deve estar em dia;

• Cumprir as normas de relação do trabalho como, itens de segurança, de bem estar do trabalhador;

• Aderir ao programa de redução da queima da cana;

• Instalar torres de resfriamento de água.

Estima-se que em pouco tempo essas questões sociais, ambientais e trabalhistas sejam quesitos fundamentais para que o agricultor possa vender seu produto nos mercados do exterior. Cuidar do meio ambiente e das relações de trabalho será condição fundamental para qualquer negócio, tanto no mercado internacional quanto no Brasil.

Fonte: Portal Peabirus

9. NOVAS DIRETRIZES PARA FRIGORÍFICOS

Rastreabilidade, regularidade de fornecedores diretos e planos de desenvolvimento socioambiental são algumas exigências que os frigoríficos terão de cumprir para se candidatarem à obtenção de financiamento do BNDES.

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse que o banco busca induzir um processo firme e decisivo de regularização socioambiental e fundiária da pecuária brasileira, a partir de um conjunto de iniciativas com foco inicialmente no bioma amazônico. As novas diretrizes contribuirão para reduzir o avanço do desmatamento ilegal da Amazônia.

Fonte: Portal Ambientebrasil



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